Cidade de papel

Todos nós já fizemos casinhas de papelão e sucata pra alguma brincadeira dos tempos de pré-escola, gastando nossos tubos de cola e costruindo nossa mini-cidade com direito a todos os detalhes que a imaginação infantil pode permitir...

Mas eis que a artista plástica mexicana Ana Serrano resolveu continuar brincando com as maquetes mesmo depois de grande... E numa escala muito mais impressionante do que podíamos supôr aos nossos 6 anos de idade. O nome da obra é Cartonlandia, algo como "terra de papel cartão" em espanhol. É interessante notar que diversos elementos da obra, como os seus personagens, carros, portas e janelas são na realidade fotos de coisas e pessoas que a artista encontrava quando saía para passear. Depois de recortar esses elementos, ela os incorporou na obra, dando um toque especial de realismo à sua maquete.

Para ver outras fotos e outros projetos da artista, acesse o seu site aqui.

Com o corpo nas nuvens

Se você sempre achou que cochilar em uma nuvem seria muito confortável (se fosse possível), pode se sentir realizado. Apesar de ainda não existir no mercado, a criação de David Koo fez sucesso, principalmente, por ser um sofá suspenso. Isso ocorre graças a um campo magnético existente entre a nuvem e a placa metálica localizada embaixo.

Veja as fotos do projeto a seguir:

Tênis vira controle de game

A realidade aumentada, nome dado à interação entre o mundo real e camadas de conteúdo virtual, é a idéia que move a nova coleção da adidas. Os tênis "AR Game Pack" vêm com linguetas especiais que destravam uma série de jogos online. Para isso, o usuário precisa colocar o tênis em frente a uma webcam e acessar o site da coleção. Cada tênis destrava um jogo diferente.

O mais interessante, porém, é o fato de que nessa interação o tênis acaba sendo o controle do jogo: cada movimento dele realiza outro dentro do ambiente do game. Veja o vídeo promocional:

O tempo em espiral

Uma dupla de londrinos criou um relógio fora dos métodos convencionais. Nele não há traços simbolizando minutos e muito menos ponteiro. O que marca a hora é uma pequena esfera colorida que gira conforme o espiral, ou seja, o próprio relógio.

Não deu para entender muito bem? Então dá uma olhada no vídeo e tire suas próprias conclusões.


Além de ser diferente pelo seu funcionamento, o relógio possui várias possibilidades de cores. Confere no site: aspiralclocks.com

Viceversa na Revista Gloss

Saímos na Revista Gloss do mês de fevereiro! A matéria é sobre como montar sua loja virtual e traz uma foto do nosso recém inagurado ateliê (uma espécie de quartinho da bagunça onde montamos nossos produtos). O figurino não é nosso, por exigência da revista, exceto o brinco de Lego que a Sté está usando, mas o clima descontraído do lugar foi perfeitamente retratado.

Veja a gente no scan abaixo...

Uma história montada bloco a bloco

Acabamos de lançar uma coleção de bijouterias feitas com Lego, uma pecinha versátil que tem dado origem a ideias muito bacanas que vão além do mundo infantil. O brinquedo com certeza marcou a infância de muitos de nós e é uma daquelas marcas mundiais que são conhecidas em praticamente qualquer lugar. Mas no começo a Lego ainda não fabricava os bloquinhos que a deixaram famosa...

A história da Lego começa em 1932, em Billund, uma cidadezinha da Dinamarca. Era lá que Ole Kirk Christiansen, um carpenteiro, fabricava e vendia seus brinquedos de madeira. Dava a eles o nome de Lego, uma corruptela de "Leg Godt", frase dinamarquesa que quer dizer "brinque bem".

Em 1940 a empresa começou a fabricar brinquedos de plástico, mas a idéia do bloco de montar só veio em 1949. Na realidade o bloco da Lego é um aperfeiçoamento de outro, criado por uma empresa inglesa, chamada Kiddicraft. Ole Kirk recebeu algumas amostras destes brinquedos e descobriu que podia adicionar encaixes que os permitiriam se unir, como ele fazia há anos com seus blocos de madeira. Surgiu assim o primeiro bloco da Lego.

Mas quando atingiu o mercado a Lego não teve muito sucesso. Os europeus ainda preferiam brinquedos feitos de madeira e os fabricantes da Lego ainda não tinham tido a idéia de transformar os blocos em unidades de um sistema capaz de construir casinhas, veículos e, claro, bonecos. A idéia veio do filho de Ole Kirk, que percebeu o potencial da criação deste sistema de montagem - o Lego System - que deu forma e significados aos bloquinhos e suas construções. Ao longo dos anos, as peças e os kits mudaram bastante, mas o interessante é que todas as versões se encaixam entre si. Um bloco dos anos 50 encaixa perfeitamente com um feito em 2010.

Já os Minifigs, os bonequinhos da Lego, apareceram em 1978 ainda sem rosto ou partes móveis. Com o tempo ganharam diversas expressões e peças personalizadas. Hoje já são mais de 4 bilhões produzidos, muitos deles licensiados como personagens de Star Wars, Indiana Jones ou Harry Potter.

A marca cresceu tanto que, além dos brinquedos, lançou dezenas de videogames, livros, lojas próprias e até uma consultoria de estratégia empresarial. Para quem quer entrar de fato no mundo dos bloquinhos de plástico existem também as Legolands - parques de diversão da marca -, cada uma com suas fascinantes miniaturas de cidades do mundo inteiro feitas com as mesmas peças que fazem parte do imaginário infantil há décadas.

Caras e Bocas pela Webcam

A banda C-Mon & Kypski quer que você faça todo tipo de caretas na frente da sua webcam. O projeto entitulado One Frame of Frame, tem como objetivo resgatar imagens de internautas do mundo inteiro para, assim, montar o vídeo clipe do single “More is Less”.



No site Oneframeoffame.com é possível conferir como está ficando a montagem, que vai sendo completada aos poucos. Basta imitar o que os membros do grupo fazem na frente da sua webcam e enviar. Até agora já foram capturadas mais de 9360 imagens, e elas são atualizadas de hora em hora.

adidas + Star Wars

Se ainda havia dúvidas de que os nerds invadiram o mundo da moda, elas estão sumindo pouco a pouco. Depois dos óculos de aros grossos e das camisetas com piadas inteligentes, é a vez dos seus pés se sentirem levados para uma galáxia muito distante. A adidas originals - braço da empresa alemã responsável pela parte mais retrô e fashion da marca - anunciou uma parceria com George Lucas para criar produtos baseados na maior franquia de ficção científica de todos os tempos: Star Wars.

O resultado são calçados baseados nos personagens da saga (como o adidas Stormtrooper, acima, e os modelos Luke Skywalker e Darth Vader, abaixo) e seus veículos (como o X-Wing, caça da Aliança Rebelde, também abaixo). O acordo prevê ainda a produção de camisetas e jaquetas com elementos do rico universo dos filmes. A franquia da Lucasfilms também tem inúmeros produtos licenciados, como brinquedos (para a Hasbro e a LEGO), games (através da subsidiária Lucasarts), quadrinhos (pela Marvel e Dark Horse) e até pen drives (os Mimobots).

Para ver outros tênis e produtos da parceria Star Wars e adidas, clique aqui.



Plastic Zoo

E por falar em saco de lixo, o designer Joshua Allen Harris resolveu dar vida a alguns deles em Nova York. Imagine você andando tranquilamente pela calçada ao lado de insuspeitas sacolas abandonadas até que, instantaneamente, surge ali um gigantesco centauro plástico. A princípio pode parecer pegadinha, mas o trabalho é sério e está espalhado pelas ruas da cidade.

As formas variam - vão de animais conhecidos a monstros nunca vistos por aí - e o mecanismo de funcionamento é bem simples. O que dá vida, literalmente, aos bichos é o movimento de ar quente gerado pelas saídas de ventilação do metrô. Segundo Joshua, fazer arte costuma ser fácil quando você tem infra-estrutura; mas no caso da arte de rua o artista precisa lidar com as adversidades que existem em cada local. Pelo jeito, foi isso que ele conseguiu, reaproveitando os próprios elementos do ambiente para criar algo divertido e inesperado.

Um luxo de lixo

Que o lixo é assunto sério a gente sabe. E que material reciclável pode virar arte também, mas você já pensou em tornar sua calçada um local expositivo no dia da coleta? Com o intuito de chamar a atenção das pessoas para os problemas ambientais ocasionados pelo lixo, um grupo de designers japoneses criou sacos plásticos que provavelmente causariam inveja em seus vizinhos.

O projeto se chama Garbage Bag Art Work, rola desde 2007 e renova-se todos os anos. Em Tóquio, onde surgiu a ideia, varias pessoas já aderiram à moda e o típico saco de lixo monocromático deu lugar a desenhos coloridos e criativos. Ao mesmo tempo muda-se a paisagem urbana e o lixo passa a ser visto sob outro aspecto, chamando atenção para o problema enquanto se decora o ambiente. Se você se interessou e quer colaborar, dá para adquirir as embalagens estilosas neste site (tem que saber japonês) e sair ensacando tudo o que vê pelas ruas.